A R Q U I V O M U N I C I P A L D E M I R A N D E L A

Objectivos:disponibilizar online, informação útil ao utilizador do arquivo corrente, assim como dar a conhecer o inventário do arquivo considerado histórico e alguma da sua documentação.

Criar conteúdos , através de publicações mais ou menos frequentes, acerca de Documentação e Arquivística, que possam ter interesse para o município e o público em geral.


Também pode aceder a este "blog" através do "banner" existente na barra lateral do site da Câmara Municipal de Mirandela.

http://www.cm-mirandela.pt/
Mostrar mensagens com a etiqueta Arquivo Municipal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arquivo Municipal. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Arquivo Municipal de Mirandela - Personalidades

Do material documental existente no Arquivo Municipal relativo a "personalidades mirandelenses"que pensamos merecerem  destaque pela sua participação enquanto profissionais ou cidadãos nas mais diversas áreas e que infelizmente já não estão entre nós, criamos aqui esta rubrica onde lhe prestamos a nossa modesta homenagem.
________________________________________________________________








 

Memória descritiva manuscrita, 1963

Projecto de uma Vivenda na Quinta de S.João
Memória Descritiva
Arquivo Corrente,S.O.P.(peças escritas)
In Arquivo Municipal de Mirandela









A arquitectura do Arquitecto Mendo é  marcante do seu tempo, revelando já um gosto apurado e até um estilo característico bem definido, que viria a desenvolver nos inúmeros projectos  construídos na, então, vila de Mirandela.
 

Projecto de uma vivenda,1963
Projecto de uma Vivenda na Quinta de S.João
Alçado Principal

Arquivo Corrente,S.O.P.(peças desenhadas)

In Arquivo Municipal de Mirandela









Projecto de uma vivenda,1963
Projecto de uma Vivenda na Quinta de S.João
Alçado Posterior

Arquivo Corrente,S.O.P.(peças desenhadas)

In Arquivo Municipal de Mirandela









Projecto de uma vivenda,1963
Projecto de uma Vivenda na Quinta de S.João
Corte A/B
Arquivo Corrente,S.O.P.(peças desenhadas)

In Arquivo Municipal de Mirandela







Projecto de uma vivenda,1963
Projecto de uma Vivenda na Quinta de S.João
Alçado lateral direito

Arquivo Corrente,S.O.P.(peças desenhadas)

In Arquivo Municipal de Mirandela








Projecto de uma vivenda,1963
Projecto de uma Vivenda na Quinta de S.João
Alçado lateral esquerdo

Arquivo Corrente,S.O.P.(peças desenhadas)

In Arquivo Municipal de Mirandela







________________________________________________________________________


 José Augusto Gama


 José Augusto Gama (1942-2000) foi um político português. Nasceu no concelho de Mirandela, na aldeia de Mascarenhas. Foi seminarista e, mais tarde, licenciou-se em Direito. Trabalhou na Inspecção Geral de Trabalho, e foi deputado ao Parlamento Europeu pelo CDS. É eleito presidente da Câmara Municipal de Mirandela em 1989 pelo CDS, e depois reeleito em 1993 pelo PSD. Dinamizou muito a imagem e os jardins de Mirandela e estimulou o turismo. É eleito, pelo PSD, deputado à Assembleia da República em 1995, sendo sucedido na Câmara de Mirandela por José Silvano, o segundo da lista. Em 1997 candidata-se à Câmara Municipal de Coimbra, onde é derrotado. Falece em 2000, vítima de leucemia. Escreveu também algumas obras como «Protestos Emigrados» e «De Nova Iorque a Mirandela».

* "Nascemos com as fragas. Vivemos com elas e com elas nos fizemos Homens de antes quebrar que torcer. Sentimo-nos orgulhosos, por isso, destes montes valentes e sérios que nos moldam o carácter".
José Gama

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Augusto_Gama


Biografia 
 

Nasceu em Mascarenhas, concelho de Mirandela, em 02.03.1942 e faleceu em 09.10.2000. Era filho de José Joaquim Gama (natural de Mascarenhas guarda rios e ferrador nas horas vagas) e de Natividade da Conceição Corujas (natural de Mascarenhas doméstica). Foi o antepenúltimo nascimento de oito irmãos [...].
Fez a instrução primária na aldeia natal e a seguir frequentou o Seminário dos Jesuítas em Macieira de Cambra, que abandonou cinco anos mais tarde. Foi professor no Seminário de Balsemão. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra. Casou se, em 1964, com Alda Beatriz Caseiro Branco (também natural de Mascarenhas licenciada em Farmácia). Deste enlace nasceram três filhos em Coimbra: Rafael (licenciado em Direito e assessor do Secretário de Estado das Comunidades), Paula (licenciada em Germânicas) e Cláudia (licenciada em Farmácia). Os últimos cinco anos da sua vida teve por companheira Emília Galante (natural de Coimbra), que o acompanhou sempre nos momentos difíceis do final da sua vida e foi de uma abnegação e carinhos inexcedíveis, principalmente durante o período da terrível leucemia, à qual sucumbiu depois de uma luta corajosa e dolorosa. José Gama cumpriu o serviço militar na ex -província de Cabo Verde e foi oficial miliciano (Ranger). Foi um dos oficiais milicianos do Exército Português mais louvados da sua geração.
Foi inspector do Ministério do Trabalho e à data da Revolução do 25 de Abril de 1974 era Secretário do Ministro do Trabalho, Pinto Cardoso, facto que o obrigou a emigrar para os Estados Unidos da América, onde contou com o apoio amigo de Veiga Simão. Ali escreveu o livro "Protesto dos Emigrados" e conheceu a dureza, o sucesso e a amizade dos emigrantes portugueses em terras do Tio Sam. Foi Director do jornal "Portuguese Times", de Newark, tendo ainda programas na rádio e televisão. Em 1979 regressa a Portugal, filia se no CDS (Centro Democrático e Social), sendo eleito Deputado à Assembleia da República pelo círculo fora da emigração, fora da Europa e mais tarde Deputado ao Parlamento Europeu. Conduziu, com sucesso, a libertação de Quatro caçadores guias portugueses na Tanzânia, quando se temia o pior pelo seu futuro. Em articulação com o Engenheiro Anacoreta Correia, no princípio da década de oitenta, conduziu a libertação do primeiro grupo de prisioneiros portugueses, aprisionados na Jamba Sul de Angola, pela UNITA.

Em 1989 candidata se à Câmara Municipal de Mirandela, pelo CDS, vencendo com maioria absoluta, começa o período mais fulgurante da sua vida política. Em seis anos vira Mirandela do avesso, isto é, "pôs Mirandela no mapa", tomando a mais conhecida e visitada. Neste período fez de Mirandela a "cidade jardim", devido aos muitos jardins com que a dotou. Outras obras marcantes foram: o Espelho de água, a Ponte Europa, o Metro de Superfície, a emblemática Ponte de Cheias, o Parque de Campismo, a enorme Piscina Municipal, o Pavilhão 

do INATEL, o atrevido Repuxo, a construção das três igrejas das três paróquias da cidade, a Zona Verde da margem direita do Tua, a modernização do Mercado Municipal, as inúmeras obras de arte da cidade, os acessos ao IP4, as rotundas, os parques de estacionamento e a reabilitação das oliveiras, do granito e do xisto. Em 1995, pelo reconhecimento da sua obra, muito gabada pelo líder do PSD e Primeiro Ministro, Prof. Cavaco Silva [...], foi eleito" autarca do ano", prémio recebido no Casino do Estoril. Neste mesmo ano, já pelo PSD, deixa a autarquia mirandelense para ir ocupar o lugar de Deputado à Assembleia da República, lugar que conquistou como cabeça de lista pelo círculo eleitoral de Bragança.  
Em 1997 candidata-se à Câmara Municipal de Coimbra, a convite do líder do PSD.[..] Empenhou se, em 1999, com o movimento cívico "Portugal Plural", no referendo pela Regionalização. [...]
Mas José Gama, muito viajado pelos quatro cantos do mundo, tem um currículo brilhante no campo político e social. Foi Vice-Presidente da Associação Nacional de Municípios, auditor da Defesa Nacional e professor convidado de Direito Internacional Público da Universidade Moderna, condecorado com a Cruz de Santo António do Deserto e, em 1999, com o Grand Marshall (sucedendo a Amália Rodrigues e a Ramos Horta), na Parada do 10 de Junho, em Newark USA, pela Fundação Luso Americana, Bernadino Coutinho. Foi ainda Presidente e Sócio Honorário de várias associações luso americanas.
Em 2000,[..] retira se para New Mildford, nos USA, para neste local pacato e idílico (Candelwood Lake), escrever o livro "De Nova Iorque a Mirandela". Mas como ele diz neste livro inacabado, "a doença fizera-me unia espera, reduzindo a dúvidas e cinzas os campos dos sonhos sem fronteiras", porque "um cancro (leucemia) trava comigo uma luta feroz, sem quartel", ceifando lhe a vida, após três meses de imenso sofrimento, no Hospital de S. João no Porto, assistido com dedicação, pelo médico Jaime Sá.[...] José Gama foi um tribuno brilhante, que se inflamava sempre que apelava ao telurismo das suas raízes transmontanas: "Continuo simples caminheiro, de atalhos de terra batida[...]" O maior autarca de sempre de Mirandela, faleceu quando ainda muito tinha para dar em prol da nossa região. A Câmara Municipal de Mirandela, manifestou-lhe a gratidão pela obra deixada nesta cidade e pelo desenvolvimento que imprimiu ao município. Atribui - lhe a medalha de ouro da cidade, a título póstumo; à Zona Verde da Margem Direita do Rio Tua passa a ser chamado "Parque Dr. José Augusto Gama"; e por desejo de muitos mirandelenses disponibilizou um local nobre para aí lhe ser erguida urna estátua.

Das oliveiras, lagares,
das palmeiras, quem diria ...
Dos seus sinos a mandar
recados de Ave-Maria.

Do xisto, pedra do povo,
onde foi buscar o porte
de gente que não se rende
curtida p'lo vento norte.

Da sua fonte luminosa,
co'a princesa a descansar,
à espera que o rio Tua
a convide p'ra dançar.

Tem regressos de andorinhas
de olhar triste e asas pretas,
tem giestas amarelas,
no canal, tem violetas.
Vestida sempre de novo,
não se cansa de acenar
à Senhora do Amparo,
quando ela vai a passar.

Refrão

Mirandela, meu amor,
meu sol quente, minha lua,
meu poema, violino,
minha Princesa do Tua.
Das águas deste teu rio
que correm para o mar,
Mirandela, quem te viu,
acredita, há-de voltar.
Poema da autoria de Dr José Gama, que viria a dar origem à canção"Mirandela Meu Amor", composta com a colaboração de João Araújo Baptista (Músico e  sonoplasta)


Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Augusto_Gama

Poemas e fotos:
"MIRANDELA - Cidade  - Jardim", Projecto Audiovisuais Ilídio Inácio; fotos de André Pregitzer
Depósito legal  107886/97, edição da Câmara Municipal de Mirandela, Jan. de 1997, 1ª edição; 95 pág.;capa dura

LAGE, Jorge 
In II volume do "Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto
Durienses
", coordenado por Barroso da Fonte. -
Editora Cidade Berço,Guimarães
 .- 656 páginas, Capa dura.
e-mail: ecb@mail.pt






 Pesquisa e coordenação - Elisa Moutinho
(Técnica Superior)
Redacção e Edição - Rui António Magalhães 
(Assistente Operacional, TICs)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Reunir, Preservar, Divulgar - Sugestões

Esta rubrica destina-se à edição de sugestões (dicas), sobre arquivística e documentação: Como recolher, reunir , tratar e conservar documentos.


Natureza e fim da descrição arquivística


Um Arquivo não se limita a garantir a conservação material os documentos gerados por uma instituição ou uma pessoa, mas também, conserva e organiza, enquanto possua potencialidade informativa e o interesse para a gestão administrativa.

A criação de veículos de informação que facilitam o conhecimento e o acesso aos seus fundos documentais pelos utilizadores.

A descrição dos documentos é a actividade que permite que o arquivo cumpra com a razão da sua existência, informar.

A descrição, permite o acesso a um arquivo mediante a informação dos documentos que contém.

Recolha de 5 tipos de dados ou elementos informativos dos documentos:

1 – Os que informam sobre o contexto, as circunstancias e determinam a sua origem e produção.

2 – Os que informam sobre o conteúdo dos documentos.

3 – Os que informam sobre a forma e o estado do suporte dos documentos e seu lugar, modo de instalação, por meio dos quais, ajuda à identificação dos seus componentes e sua localização no depósito.

4 – Os que informam sobre as condições de acesso e uso dos documentos.

5 – Os que informa sobre a história do tratamento arquivístico dos documentos.

- A descrição dos arquivos serve, tanto para facilitar o controle administrativo ou físico dos fundos de um arquivo, como para permitir o seu controle intelectual, através de um serviço de informação que garanta o acesso aos fundos documentais do arquivo, não só pelo arquivista, mas também ao utilizador.

- Formular-se um programa descritivo que proporciona com prontidão, certos dados referentes a todos os documentos do arquivo.

- Devem facilitar a localização dos documentos, como também revelar o seu carácter e conteúdo, cada vez mais amplo, aproveitando as possibilidades que oferecem as tecnologias da informação.

- Responder a um público cada vez mais heterogéneo e indeterminado.

 SUGESTÃO :  Procedimentos a ter em conta no manuseamento de documentos
1 - Não se apoie nos documentos.
2 - Não use os documentos como base, para escrever.
3 - Não sublinhe, ou escreva nos documentos.
4 - Evite ao máximo o contacto das mãos com o documento.
5 - Não use o dedo molhado, ou borracha de safar para virar as páginas.
6 - Não acompanhe com o dedo a leitura do documento.
7 - Não marque o sítio onde está com o dedo ou outros objectos.
8 - Não dobre o canto das páginas para fazer marcações.
9 - Não respire ou tussa  directamente, sobre o documento que estiver a consultar.
10 - Não force as encadernações.
11 - Não retire os documentos da sua ordem.

O utente é responsável pelas espécies que recebe, até à sua devolução.



TÉCNICAS DE GESTÃO DE AQUISIÇÕES E RECURSOS DE INFORMAÇÃO

Há diferentes formas de aquisição de documentos, que envolvem diferentes conceitos.
Definição de conceitos:

Aquisição -  Pode ser feita através de compra, doação, permuta, oferta e troca; a título oneroso ou   não.

Compra - Aquisição de documentos a título oneroso.

Dação -  Aquisição / alienação de documentos de arquivo como pagamento de uma dívida.

Depósito - Aquisição / alienação de documentos de arquivo a título precário.A documentação depositada fica sob custódia de outra entidade (neste caso o Arquivo Municipal), mas não muda de proprietário e poderá estar sujeita a um regime próprio de conservação e / ou comunicação, previamente acordado.
Depósito Legal - Entrega imediata, obrigatória e gratuita dos originais de determinados documentos de arquivo ( por exemplo:acordos, leis, etc.), ao serviço designado por lei para seu depositário.

Doação - Aquisição / alienação da custódia de documentos, a título gratuito, por vezes acompanhada de certas obrigações. A entidade beneficiária de documentos e/ou arquivos privados tem a faculdade de os recusar ou aceitar, mediante determinado acordo com enquadramento legal.

Incorporação - Aquisição gratuita a título definitivo de documentos de arquivo, por um serviço de arquivo, que sobre eles passa a ter jurisdição plena. Em princípio, a incorporação e as condições a que obedece, são definidas por via legislativa ou regulamentar.

Ingresso - Entrada de documentos, fundos, colecções e/ou arquivos, num serviço de Arquivo ou Biblioteca.

Ingresso Adicional - Entrada de documentos de arquivo que integram unidades arquivísticas já custodiadas por um serviço de arquivo intermédio ou definitivo.

Legado - Atribuição de fundos biblioteconómicos, ou, de documentos de arquivo privados, por disposição testamentária, a quem não é legítimo herdeiro, sujeita ou não a certas condições e obrigações. O organismo beneficiário tem a faculdade de os aceitar ou recusar.

Permuta - Troca de documentos de arquivo ou biblioteconómicos entre duas entidades, com a correspondente mudança de custódia e/ou propriedade.

Reintegração  - Consiste na entrega de documentos deslocados, a uma instituição ou serviço responsável pela aquisição e comunicação dos documentos de arquivo que legalmente detém a sua custódia.


Transferência - é a mudança de documentos de arquivo de um depósito para outro, com ou sem alteração de custódia.

APELO 
Poderá dar o seu contributo, se tem (ou conhece quem tenha) documentos determinantes na formação do nosso concelho,  quer sejam fundos privativos, quer sejam fundos públicos ,como os existentes em juntas de freguesias, instituições , associações diversas, etc.
                        
                                         Contribua para a memória histórica do nosso concelho
                                           O Arquivo Municipal de Mirandela agradece: 
                                                                                                                        Obrigado

Pesquisa e coordenação  - Elisa Moutinho (Técnica Superior)
Edição e postagem  - Rui António Magalhães (Técnico de Informação, comunicação e documentação)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Conhecer o passado através dos documentos

Através dos livros de registos de licenças de “porte de armas de fogo” do Concelho de Mirandela, (dos quais extraímos os documentos que aqui apresentamos) entre 1926 e 1930, fizemos uma pesquisa acerca das profissões e ofícios que na época existiam e cujos profissionais tinham licença de "Porte de Arma de Fogo". De entre todas as profissões encontradas neste livro de registos, (cerca de 450), a que surge em maior quantidade é a de “Proprietário” – entre 150 a 200 (quase 50%) – logo seguida da profissão de “Comerciante” – cerca de 60.
 Depois, seguem – se uma série de profissões e ofícios, algumas já inexistentes, outras com diferente nomenclatura actualmente, que passamos a descrever: “Jornaleiro” (pessoa que presta serviços ao dia em trabalhos vários, sobretudo de trabalho de braços) – cerca de 70; “Sapateiro” – 5; “Lavrador” – 12; “Chauffer” – 5; “Negociante” – 11; “Empregado Público” – 6; “Alfaiate” – 3; “Escrivão de Direito” – 2; “Oficial do Registo Civil” – 1;”Padre ou Pároco” – 3; “Médico” – 3; “Lavrador” – 16; seguidamente outras profissões mais curiosas e algumas menos comuns – de 1 a 3 - como: “Sargento, Moleiro, Trolha, Guarda Livros, Caixeiro, Guarda Freios, Estudante, Artista, Serralheiro, Director de Exploração, Administrador de bens, Solicitador, Empregado dos Caminhos de Ferro, Padre e Proprietário, Condutor de “Vacum” – gado, Soldado, Ferreiro, Negociante, Agrónomo, Pintor, Advogado, Agenciário, Ferroviário, Tesoureiro da Fazenda Pública, Empregado da Câmara, Farmacêutico, Funcionário Público, Licenciado em Direito, Professor da Escola de Oficiais, Director da Escola de Oficiais, Agricultor, Trabalhador, Negociante Ambulante, Feitor e Inspector Escolar".


"In Arquivo Municipal de Mirandela, (Arquivo histórico, 1926 - 1930), licenças de "Porte de Arma de Fogo".

Pesquisa e coordenação - Dr.ª Elisa Moutinho (Técnica Superior)
Edição e postagem - Rui António Magalhães (Ass.Operacinal-TICs)